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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Novo ministro da Educação será Mercadante.


O ministro da Educação, Fernando Haddad, deixará o governo na próxima terça-feira (24), informou hoje a Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto. Haddad será substituído pelo atual ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. De acordo com a secretaria, o atual presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antônio Raupp, assume a pasta de Ciência e Tecnologia no lugar de Mercadante.

Em nota, a presidente Dilma "agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros". "Da mesma forma, (a presidenta) ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões".

Na próxima terça-feira (24), serão realizadas a posse e a transmissão de cargo dos novos ministros. Um dia antes, o Palácio do Planalto prepara um grande evento de bolsas do ProUni - Programa Universidade Para Todos para marcar a saída de Haddad do governo. No mesmo dia, está prevista uma reunião ministerial, à qual devem comparecer Haddad, Mercadante e Raupp. 

Fonte: Agência Estado | Por Rafael Moraes Moura | http://br.noticias.yahoo.com/planalto-novo-ministro-educa%C3%A7%C3%A3o-ser%C3%A1-mercadante-202500791.html

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Mercadante substituirá Haddad no Ministério da Educação.

Dilma Rousseff decidiu colocar Aloizio Mercadante no lugar de Fernando Haddad quando o ministro deixar a pasta da Educação para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PT, informa o "Painel", editado por Renata Lo Prete e publicado na Folha desta segunda-feira.

A substituição deverá ocorrer em breve.

A presidente chegou a analisar a possibilidade de uma sucessão caseira, promovendo um dos quadros da atual cúpula do MEC, mas concluiu que o ex-senador petista, hoje ministro de Ciência e Tecnologia, é uma solução de mais peso para uma área que ela considera estratégica.

Desde o início do governo, Mercadante tem se mantido distante de refregas partidárias e concentrado nos assuntos de sua pasta.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1023322-mercadante-substituira-haddad-no-ministerio-da-educacao.shtml

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Em tom de despedida, Haddad diz que sai do MEC logo.

Pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, o ministro Fernando Haddad (Educação) fez um discurso de despedida hoje, durante a entrega do 5º Prêmio Professores do Brasil, em Brasília. Haddad anunciou que sai do Ministério da Educação (MEC) nas "próximas semanas", sem fixar uma data.

"Estou há oito anos no MEC, estou deixando (a pasta) nas próximas semanas e posso dizer a vocês que foi a fase mais gratificante da minha vida verificar esse despertar, não só dos educadores que sempre valorizaram a sua profissão, mas o despertar dos não educadores, que tem outras profissões, atuam em outras áreas, o despertar da nossa nação, requisito indispensável para o nosso desenvolvimento sustentável", discursou o ministro.

De acordo com o ministro, "tivemos uma década boa que se encerrou em 2010". "Vamos em algum momento, olhar esse período e reconhecer o despertar do Brasil para a educação", disse Haddad.

Em entrevista depois da cerimônia, Haddad disse que ainda não tem uma data para deixar o MEC. "Não tenho a data, estou trabalhando com o mês de janeiro, estou subordinado a uma decisão da presidenta e vou respeitar o calendário que ela estabelecer", comentou.

Ao comentar a última pesquisa Datafolha, Haddad afirmou que os números apontam que os candidatos ainda são pouco conhecidos e "há um sentimento pela mudança" entre os moradores de São Paulo. "Vamos apresentar o programa de governo com nosso cabo eleitoral (Lula), sintonizado com esse sentimento", disse.

O ministro aparece na pesquisa com intenções de voto que variam de 3% a 4%, dependendo do cenário. O levantamento mostra que 48% dos eleitores poderiam votar em um candidato indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Questionado se poderia repetir em São Paulo o desempenho nacional da presidente Dilma Rousseff - que era pouco conhecida entre o eleitorado e melhorou o desempenho após a associação de sua imagem à de Lula - o ministro respondeu: "Ainda está muito cedo para dizer".

Fonte: Agência Estado - Publicado em 14.12.2011 - http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/politica/noticia/2011/12/14/em-tom-de-despedida-haddad-diz-que-sai-do-mec-logo-315526.php

terça-feira, 22 de novembro de 2011

MEC vai cortar 50 mil vagas em universidades públicas e privadas.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira o corte de 50 mil vagas em variados cursos de graduação. O contingenciamento atinge, principalmente, os cursos na área de saúde, administração e ciências contábeis. O corte nas vagas é o primeiro estágio antes do descredenciamento do curso junto ao MEC e a medida já vale para o próximo processo seletivo das universidades.

Veja as melhores e piores instituições na avaliação do MEC.

Haddad explicou que a medida é uma forma de alertar as instituições da necessidade de melhoria das condições do curso e não atinge apenas as universidades que obtiveram notas baixas junto ao MEC. Segundo o ministro, Medicina terá 446 vagas fechadas e o curso mais atingido deve ser enfermagem. A lista de todas as instituições que terão vagas cortadas será divulgado na próxima semana.

"Vamos restringir a autonomia das instituições com problemas, algumas estão perdendo hoje a autonomia e não podem mais abrir cursos sem autorização prévia do MEC. Queremos que o sistema continue em expansão, mas com freio nos cursos ou instituições com problemas de qualidade. Outras instituições tiveram prejudicada a oferta de educação a distância. Queremos impedir que essa modalidade, que é importante para a ampliação da oferta do ensino, sofra com problemas de qualidade", disse.

O ministro explicou que o corte nas vagas não é permanente, mas vai durar até que as universidades tenham saneado os problemas e criem condições para expandir o curso. Segundo Haddad, o ministério observa três critérios para conceder autorização para a manutenção das graduações: perfil dos professores, infraestrutura (como laboratórios e bibliotecas) e projeto pedagógico.

Nesta quinta-feira, o MEC publicou no Diário Oficial da União uma lista com as notas obtidas por 2,176 mil instituições de ensino superior público e privado. Do total, 683 tiveram nota 1 e 2 no Índice Geral de Cursos (IGC), nível considerado insatisfatório pelo ministério. Dessas, cerca de 300 serão supervisionadas de perto pelo MEC no ano que vem.

Segundo o ministério, a lista com as instituiçõos que terão vagas cortadas será divulgado na próxima semana. Os cortes vão respeitar, entre outros critérios, o desempenho no índice de cursos.

Avaliação
O IGC leva em consideração o Conceito Preliminar de Curso (CPC), um índice que avalia os cursos de graduação, e a nota do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que em 2010 avaliou as áreas de ciências agrárias e saúde. As três avaliações compõem o Sinaes - Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, que regula a qualidade dos cursos de graduação.

Na criação do curso, o MEC precisa autorizar o seu funcionamento. Quando os estudantes ingressam na segunda metade do curso, o ministério avalia novamente as condições da universidade de dar continuidade ao curso. Finalmente, após três anos de funcionamento do curso, o MEC estuda a renovação da autorização.

Fonte: Luciana Cobucci - Direto de Brasília - 17 de novembro de 2011 • 15h33 • atualizado em 18 de novembro de 2011 às 16h14 - http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5475074-EI8266,00-MEC+vai+cortar+mil+vagas+em+universidades+publicas+e+privadas.html

terça-feira, 25 de outubro de 2011

NA PRIMEIRA REUNIÃO COM O MEC APÓS A GREVE, FASUBRA EXIGE REAJUSTE DO PISO SALARIAL.

FASUBRA e Ministério da Educação reuniram-se na manhã desta terça-feira (18), para discutir os desdobramentos da greve, principalmente quanto ao reajuste salarial. O encontro ocorreu na sede do ministério e contou com a presença do ministro Fernando Haddad e o secretário de Ensino Superior, Luiz Cláudio Costa, além de representantes da Direção Nacional da FASUBRA.

Na ocasião a Federação reafirmou a necessidade de reajustar o piso da tabela do Plano de Cargos e Carreiras dos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), com vistas ao Orçamento de 2012. Também foram tratadas questões relativas à destinação de bolsas de mestrado e doutorado para a categoria, a partir da Capes; autonomia universitária (eleição par reitor, financiamento para programa de capacitação, instalação de GT-Terceirização) e construção de agenda e metodologia de funcionamento da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira.

Outros temas abordados foram: realização de concurso público, Reuni, jornada de trabalho dos médicos, ponto eletrônico e relatório da CNSC.

Texto: ASCOM FASUBRA - http://www.fasubra.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2305:na-primeira-reuniao-com-o-mec-apos-a-greve-fasubra-exige-reajuste-do-piso-salarial-&catid=18:slideshow&Itemid=19

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

FASUBRA APOIA PROJETO DE LEI QUE PROPÕE CRIAÇÃO MAIS DE 77 MIL DE VAGAS PARA IFES.

A FASUBRA SINDICAL encaminhou ao Ministério da Educação, mais precisamente ao ministro Fernando Haddad, ofício datado de 20 de setembro 2011, onde apresenta a luta histórica da categoria em defesa do concurso público para preenchimento de vagas no serviço público.

No texto, que você pode acompanhar a seguir, a Federação diz que este mecanismo é necessário para suprir as demandas de vagas nas Instituições Federais de Ensino Superior e para combater o processo de terceirização no âmbito acadêmico.

O ofício reafirma a posição da Federação a favor da aprovação na Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 2.134/2011, que já tramita naquela Casa Legislativa, e que pode dar origem a 77.178 cargos no Ministério da Educação a serem redistribuídos nas universidades federais da seguinte forma: 19.569 seriam para convocar docentes; 27.714 para trabalhadores técnico-administrativos (PCCTAE), e 24.306 para professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.

Ao final do texto, a Federação coloca-se à disposição do Ministério e dos gestores para debater o tema, bem como propõe discussões acerca dos cargos necessários e dimensionamento das vagas.

Fonte: ASCOM FASUBRA - http://www.fasubra.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2257:fasubra-apoia-projeto-de-lei-que-propoe-criacao-mais-de-77-mil-de-vagas-para-ifes&catid=18:slideshow&Itemid=19

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Comissão aprova projeto transferência da gestão do ensino superior para o MCT.

O projeto de lei (PLS 518/2009) de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que visa transferir a gestão do ensino superior público do Ministério da Educação para o Ministério da Ciência e Tecnologia foi aprovado nesta quarta-feira (21) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e informática (CCT).

Com isso, o Ministério da Educação passará a cuidar apenas dos assuntos relativos aos ensinos fundamental e médio, transformando-se no Ministério da Educação de Base. A matéria ainda será examinada pelas Comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE) e, em decisão terminativa , pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Ao justificar o projeto, Cristovam Buarque destacou que a educação básica encontra-se relegada a um segundo plano na estrutura organizacional do governo federal. Segundo ele, o ensino superior atrai mais atenção e recursos do ministério, em razão da melhor capacidade de organização e articulação política, bem como da proximidade do meio acadêmico com as esferas de decisão em nível federal.

A argumentação de Cristovam foi apoiada pelo relator da matéria na CCT, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Apesar de a gestão da educação básica estar sob a responsabilidade direta de estados e municípios, observou Ferraço, o governo federal tem o dever constitucional de redistribuir e suplementar recursos e assistência técnica para garantir igualdade de oportunidade educacional de qualidade aos brasileiros.

- Numericamente muito inferior, em termos de número de instituições, docentes e alunos, as universidades, por sua capacidade de articulação política e organização sistêmica, são capazes de mobilizar recursos e aliados mais facilmente do que as milhares de instituições de educação básica espalhadas pelo país - ressaltou Ferraço.

Cristovam afirmou que o Ministério de Ciência e Tecnologia é favorável ao projeto. Com a mudança, observou o senador, o Ministério da Educação intensificará a atenção na educação de base.

Fonte: Iara Farias Borges / Agência Senado - http://www.senado.gov.br/noticias/comissao-aprova-projeto-transferencia-da-gestao-do-ensino-superior-para-o-mct.aspx

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MEC aposta em diálogo para resolver polêmica do piso.

O Ministério da Educação (MEC) vai criar uma "Mesa Nacional de Diálogo" com participação dos governos federal, estaduais e municipais e sindicatos da educação para tentar solucionar a polêmica que envolve a lei do piso nacional do magistério do ensino básico. Aprovada em 2008, a legislação estabelece, atualmente, salário de R$ 1.187,94 para professores da rede pública com formação colegial e 40 horas de carga de trabalho semanal, mas muitos Estados e milhares de municípios não cumprem a regra.

"Até agora o MEC tem participado de conversas bilaterais com os atores do piso. O ministro vai instalar essa mesa para tentar viabilizar a implantação de planos de carreiras e para ver se avançamos nas discussões salariais", informou Antonio Roberto Lambertucci, diretor de valorização dos profissionais da educação da Secretaria de Articulação com os Sistemas Educacionais do MEC.

O dirigente admitiu que o MEC poderá ceder a demandas de prefeituras e governos estaduais para aumentar os repasses federais especificamente para o cumprimento do piso salarial, desde que haja contrapartidas por parte dos entes federados. "É possível que o governo federal participe mais, mas o diálogo não pode se restringir a mais e mais recursos da União. Com a mesa de diálogo queremos estimular o regime colaborativo na educação. Por exemplo, um Estado ou um município mais rico, com boa base de arrecadação, não pode ajudar um município ou Estado vizinho, que não tem as mesmas condições, com transportes ou infraestrutura escolar? Esse é o entendimento do MEC", acrescentou Lambertucci, que participou do segundo dia de trabalhos do 4º Congresso Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

O secretário de Educação da Bahia, Osvaldo Barreto Filho, acha que para resolver polêmica salarial será necessário maior participação do governo federal na complementação orçamentária aos Estados com dificuldades. Ele citou três Estados nessa situação: Minas Gerais, Santa Catarina e Ceará. "Minas Gerais enfrenta greve de professores há mais de dois meses, Santa Catarina e Ceará também têm problemas [para garantir os salários de acordo com o piso] ", disse o secretário, representante do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) no evento. "Sem ajuda financeira [da União], e com o quadro orçamentário atual dos governos, não vemos condições de volumes necessários para resolver essa questão", afirmou

A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação recebeu bem a ideia de criação da "mesa", mas dirigentes educacionais manifestaram reserva, temendo que o cumprimento parcial da lei do piso no país se arraste por mais tempo. "O Estado da Bahia já paga o piso, mas temos outras demandas. Se vai haver novos recursos na educação também teremos direito a acessá-los", disse o secretário Barreto Filho. "[O piso] Já é lei, tem que pagar, mas os municípios estão sufocados financeiramente, como falar em contrapartidas? O problema é de recursos, não tem mais o que discutir e perder mais tempo", reclamou Elton Lima da Silva, secretário de Educação de Rosário do Catete, cidade sergipana a 40 quilômetros de Aracaju.

Fonte: Autor(es): Por Luciano Máximo | De Mata de São João (BA) - Valor Econômico - 01/09/2011 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/9/1/mec-aposta-em-dialogo-para-resolver-polemica-do-piso

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Haddad critica greve de servidores de federais e diz que estratégia é 'equivocada'.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, criticou na noite desta terça-feira (16) o movimento grevista dos funcionários das universidades federais, parados há mais de 70 dias. Haddad esteve na noite de terça na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) para participar de uma “entrevista” com alunos da instituição.
 
 “Eu considero equivocada a estratégia que a Fasubra [Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras] usou. A atitude deles [de manter a greve] enfraqueceu a negociação. Eu disse isso a eles”, afirmou o ministro. Na semana passada, Haddad e representantes dos servidores se reuniram em Brasília.
 
Até a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), no começo do mês, que determinou a volta de pelo menos metade dos servidores ao trabalho, estimava-se que 100 mil técnicos administrativos de 50 instituições haviam aderido. De acordo com a Fasubra, após a ordem judicial, alguns dos profissionais já começaram a voltar ao trabalho.
 
Mesmo assim, no dia 12, a UFPR (Universidade Federal do Paraná) adiou pela segunda vez a volta às aulas por conta da greve. Na semana passada, os funcionários acamparam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em protesto.
 
As principais reivindicações da categoria são aumento salarial, equiparação entre ativos e inativos, entre trabalhadores que exerçam a mesma função e reestruturação de carreiras extintas. Atualmente, o salário-base da categoria é R$ 1.034.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/08/17/haddad-critica-greve-de-servidores-de-federais-e-diz-que-estrategia-e-equivocada.jhtm

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Dilma anuncia quatro novas universidades federais.

A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje a criação de quatro novas universidades federais - a do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), a do Sul da Bahia (Ufesba), a do Oeste da Bahia (Ufoba) e a da Região do Cariri (UFRC), no Ceará - como "instrumento de redução das desigualdades". Ao todo, essas instituições contarão com 17 campi, sendo que 12 deles serão novos - o restante será herdado de outras federais. O governo prevê que elas iniciem suas atividades até 2014 e deve investir R$ 604 milhões na implantação das instalações.

"Com a ampliação de vagas gratuitas na rede federal e com o atendimento a regiões em que havia vazio de oferta, vamos ampliar o acesso à educação e estimular o desenvolvimento regional", discursou Dilma, durante cerimônia no Palácio do Planalto. "A distribuição dessas novas unidades será um poderoso instrumento de redução das desigualdades", acrescentou.

O objetivo da interiorização das federais é fazer com que o jovem estudante permaneça na sua região, com acesso à educação pública de qualidade, sem precisar se deslocar para grandes centros, explicou o ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo Haddad, foram considerados critérios técnicos na definição das novas federais, visando a "reparar uma injustiça histórica" que teria sido cometida em décadas passadas.

"Queremos promover a formação de profissionais qualificados e potencializar a função social e engajamento dos institutos e universidades como expressão das políticas do governo na superação da miséria", afirmou o ministro.

Fonte: Agência Estado - Por Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro - http://br.noticias.yahoo.com/dilma-anuncia-quatro-novas-universidades-federais-224900534.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

MINISTRO DA EDUCAÇÃO RECEBE COMISSÃO DO CNG FASUBRA.

Uma representação, composta por cinco membros da Direção Nacional da FASUBRA e mais cinco componentes do Comando Nacional de Greve, foi recebida na manhã desta quarta-feira (10) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, o secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, e o secretário-executivo do MEC, Henrique Paim, para discutir a greve dos trabalhadores técnico-administrativos em educação das universidades brasileiras.

Na ocasião, a comissão relatou aos representantes do Governo Federal que a questão da judicialização da greve pelo Superior Tribunal de Justiça, na semana passada, é fato inédito e  relevante nesse Governo oriundo das classes trabalhadoras, e avaliou que até mesmo aquela Corte havia reconhecido a legalidade do movimento paredista sentenciando que, pelo menos, 50% da categoria deveria retornar aos postos de trabalho.

Em contrapartida, a comissão ouviu do ministro que ele “jamais iria deixar de fazer o papel de mediar o conflito” junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), e perguntou qual seria a alternativa apontada pela comissão para que se construísse uma “trégua” com os TAEs.

O CNG e a DN FASUBRA sugeriram, então, que um movimento importante por parte do Governo Federal seria o MPOG receber a FASUBRA em greve, e que fosse apresentada uma proposta de reajuste do piso salarial da categoria, com ampliação do valor e reflexo para todas as classes.

Apesar de não ter sido chamada para negociar a greve, na reunião, o ministro salientou  que vai analisar a proposta da FASUBRA junto a outros setores do Governo e acrescentou que considera a sugestão de elevação do piso pertinente. Fernando Haddad, voltou a reiterar sua predisposição de intermediar o conflito iniciado em 06 de junho. “Independente da continuidade da greve, não vou me eximir do meu papel de educador, de estar reelaborando as políticas na área da educação”, falou.

Ao final da reunião, o ministro reafirmou que vai avaliar internamente (no governo) tudo o que foi explanado pelos representantes da categoria, e posteriormente comunicar o resultado à FASUBRA, mas não definiu uma data específica para esse retorno.

Fonte: www.fasubra.org.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Haddad: estreia sem desenvoltura.

Assim como Dilma, ministro faz discurso técnico e se apoia em Lula. A estreia do ministro da Educação, Fernando Haddad, na disputa pela vaga de candidato do PT à prefeitura de São Paulo mostrou que ele terá que passar por um aprendizado intensivo para ganhar traquejo político, segundo militantes que o viram neste fim de semana nas caravanas do partido na periferia de São Paulo. Repete-se, assim, a situação ocorrida com a presidente Dilma Rousseff, também apontada, na campanha de 2010, como muito técnica e com pouca experiência política. Assim como Dilma, Haddad conta com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O próprio ministro declarou ontem, em uma autoavaliação, que este é um momento de "calibragem". Mas avaliou que o PT tem mais chances de vencer a eleição com um "nome novo".

- Não precisa ser o meu, mas com nome novo e proposta mais arejada podemos ganhar.

O PT iniciou, na sexta-feira, uma série de 36 encontros para escolher quem será o candidato a prefeito dentre cinco pré-candidatos - Haddad, a senadora Marta Suplicy, o senador Eduardo Suplicy e os deputados Jilmar Tatto e Carlos Zarattini.

Segundo os petistas, Haddad não tem desenvoltura. Sua fala foi mais administrativa do que política, cheia de números e siglas distantes do cotidiano da população. E sem críticas ao prefeito Gilberto Kassab, exploradas pelos demais pré-candidatos.

Para cair no gosto da militância, o ministro fez sua primeira promessa eleitoral: isentar do pagamento do financiamento universitário estudantes de medicina que escolherem trabalhar em unidades públicas da periferia. Foi o único momento em que arrancou aplausos.

Fonte: Agência o globo - 08/08/2011 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/8/haddad-estreia-sem-desenvoltura

terça-feira, 26 de julho de 2011

Haddad dá a largada em agenda de 'prefeitável'.

O ministro Fernando Haddad (Educação) irá iniciar em agosto sua agenda de pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. Sem se afastar do ministério, Haddad decidiu concentrar atividades nos finais de semana na capital, informa reportagem de Ana Flor e Vera Magalhães, publicada na Folha desta segunda-feira (25/07).

Na semana passada, o ministro comunicou oficialmente a presidente Dilma Rousseff que é pré-candidato. Combinou que tirará esta semana de férias (vai para Havana, em Cuba) e, na volta, começará a participar de eventos em São Paulo.

Haddad já começou a ter encontros com dirigentes partidários. O primeiro deles foi com o presidente estadual do partido, Edinho Silva, na semana passada, em Brasília.

A candidatura do ministro vem deixando de ser tratada no PT paulista como uma bandeira exclusiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ala expressiva do partido, que enxerga na disputa municipal chances concretas de vitória, advoga o nome de Haddad, ainda neófito nas bases petistas, como o único capaz de ultrapassar o teto histórico de votos da sigla na capital, na casa dos 35%.

O ex-presidente já deixou clara sua preferência por Haddad para concorrer em 2012. Entre os argumentos dos que defendem a candidatura de Haddad, está a de que a senadora Marta Suplicy sofre forte rejeição na capital paulista e que, como a legenda perdeu as últimas eleições em São Paulo, a cidade deve ser priorizada com nomes fortes para o próximo pleito.

Em maio, Marta citou a presidente Dilma Rousseff como exemplo de que taxas de rejeição podem ser reduzidas no decorrer da campanha. Já se fala, dentro do partido, na possibilidade da realização de prévias para definir quem o partido lançará no pleito.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/949200-haddad-da-a-largada-em-agenda-de-prefeitavel.shtml

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fernando Haddad admite disputar Prefeitura de SP.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, admitiu em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, sexta-feira passada, que seu nome, com sua autorização, “está efetivamente sendo discutido” no PT como um dos possíveis candidatos do partido à Prefeitura de São Paulo, nas eleições municipais do ano que vem.

“Eu tenho apreço por esse movimento”, disse o ministro. E justificou: “(O movimento em favor do nome dele para a disputa da prefeitura paulistana) é em função de uma realização pessoal, por ter feito um trabalho no MEC que ganhou alguma visibilidade. Não deixa de ser para mim e para a minha equipe um sinal de que o Brasil tem avançado na área social, tem de avançar mais, mas não deixa de ser um reconhecimento”.

Sempre tratando o assunto com ressalvas e cuidado político para não desmerecer outros possíveis pré-candidatos do partido, Haddad diz que seu nome está longe de ser consenso. “Existe o debate dentro do PT sobre essa questão, mas, na verdade, é a posição de uma parcela que é minoritária dentro do partido”, disse. “Então, se eu considerar isso agora estarei cometendo dois erros: primeiro, com o ministério. Segundo, de natureza política, de não reconhecer que quem cogita essa possibilidade com algum entusiasmo é uma parcela minoritária do partido”.

Em um partido dominado em São Paulo pela senadora e ex-prefeita Marta Suplicy, o ministro Haddad reconhece até que há uma enorme resistência a seu nome. “Se fosse uma pretensão pessoal, isso me afetaria. Mas não é uma pretensão pessoal. É uma discussão que está sendo feita com um colegiado de pessoas. É natural que seja assim. Simpatias por um ou outro. Mas não é um projeto pessoal”, explicou.

Haddad fez questão de citar os nomes de Marta e do seu colega de ministério Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) como petistas que podem reivindicar, segundo ele, até com mais direito, a posição de candidatos à Prefeitura de São Paulo em 2012.

Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://br.noticias.yahoo.com/fernando-haddad-admite-disputar-prefeitura-sp-110000369.html

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Presidente do PT diz que Haddad pode ser candidato em SP.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta quinta-feira, em uma coletiva realizada em Teresina (PI), que o ministro da Educação, Fernando Haddad, poderá ser o candidato do partido nas próximas eleições à prefeitura de São Paulo. O presidente, porém, advertiu: "se efetivamente, ele (Fernando Haddad), vier a ser o candidato do PT, terá que se afastar do ministério".

Na sede do PT no Piauí, Rui Falcão afirmou que, além do ministro da Educação, estão cotados para disputar a prefeitura de São Paulo a senadora Marta Suplicy, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e os deputados federais Carlos Alberto Zarattini e Arlindo Chinaglia. "Ele Haddad é um nome que tem qualidades e títulos, mas certamente o nome dele será apreciado, junto com os outros que estão pleiteando a mesma condição", afirmou.

O partido, segundo Rui Falcão, tentará ao máximo evitar as prévias e buscará um nome de consenso para as eleições em um dos maiores colégios eleitorais do País.

Lula
Falcão afirmou ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será convocado para fazer campanha nas eleições municipais. "O Lula é o presidente de honra do PT e, evidentemente, no processo eleitoral ele vai estar presente de acordo com sua agenda", disse.

A participação da presidente Dilma Rousseff ainda não foi definida nas eleições municipais, mas, segundo Rui Falcão, o partido irá convidá-la para subir em palanques de candidatos estratégicos para o PT.

Fonte: 30 de junho de 2011 - http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5215591-EI7896,00-Presidente+do+PT+diz+que+Haddad+pode+ser+candidato+em+SP.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Segundo um bem informado governista, Haddad precisa de uma saída honrosa do ministério.

Candidatura a prefeito é uma saída honrosa para Haddad.

A presidenta Dilma Rousseff não ouve mais uma palavra do que fala o ministro da Educação, Fernando Haddad. A partir de hoje, em Ribeirão Preto, ela decidiu incorporar em seu discurso uma mea culpa do governo sobre a situação ruim do setor no país.

Decidiu-se que essa saída seria Haddad aceitar – com um ano de antecedência – a disputa para prefeito de São Paulo , repare-se, no momento em que nem mesmo o ex-presidente Lula dá sinais ao partido de que ainda aposta em seu nome.

Até porque pesquisas qualitativas – e Lula sabe disso – colocam a chamada “cara nova” como preferência do eleitor, mas também relacionam como principais preocupações do paulistano, nesta ordem, trânsito, segurança, saúde, lazer e educação.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/06/17/candidatura-a-prefeito-e-uma-saida-honrosa-para-haddad/

domingo, 26 de junho de 2011

Greve de servidores de universidades não deve afetar matrículas do segundo semestre, diz Haddad.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje (21) que a greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais não prejudicará as matrículas do segundo semestre de 2011.

O ministro espera pôr fim à paralisação até o final do mês de agosto, quando devem recomeçar as aulas. A greve teve início do mês de junho.

"Há tempo. Preciso verificar até onde podemos ir para atender as demandas da categoria. Mas há boa vontade do governo e tempo", disse Haddad, durante visita aos laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro), em Xerém, no Rio de Janeiro.

O ministro contou que se encontrou com representantes dos servidores técnico-administrativos, ontem (20), em Brasília, e reforçou a proposta de intermediar as negociações com o Ministério de Planejamento.

"Discutimos um cronograma com uma data final para o governo oferecer uma proposta. Isso faz o movimento sentir que o calendário está correndo, com providências do governo", afirmou.

Haddad também comentou o anúncio de paralisação dos docentes de Instituições Federais de Ensino (Ifes) - prevista para 5 de julho - e disse que, desde 2005, o Ministério da Educação não enfrenta graves crises.

"É natural que se abram negociações periodicamente", avaliou. "Temos um histórico de sucesso. Há seis anos estou no ministério e não temos tido grandes greves, a última foi em 2005", citou.

A greve dos servidores técnico- administrativos atinge 47 universidades federais e paralisa, principalmente, restaurantes e bibliotecas. Nos próximos dias, a expectativa é que o atendimento nos hospitais universitários seja reduzido.

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) pede reajuste de três salários mínimos sobre o piso de R$ 1.034.

Edição: Lílian Beraldo - Qua, 22 de Junho de 2011 12:02 Isabela Vieira - Agência Brasil (matéria publicada no dia 21/6/11) - http://www.andifes.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5360:greve-de-servidores-de-universidades-nao-deve-afetar-matriculas-do-segundo-semestre-diz-haddad&catid=52&Itemid=100013

sábado, 25 de junho de 2011

MEC passa por momento decisivo.

Em novembro do ano passado, às vésperas de Fernando Haddad ser confirmado no Ministério da Educação pela presidente Dilma Rousseff, escrevi aqui que o saldo de sua gestão era positivo. Reafirmo o que disse. Na mesma coluna, porém, alertava para a necessidade de Haddad sacudir a poeira dos últimos quatro anos e não se contentar em "ser um velho ministro que vai ficando". "Os desafios da educação exigem um espírito renovado", lembrava a coluna na época.

Infelizmente, Haddad se parece cada vez mais com um ministro de espírito envelhecido. Desgastado e visivelmente cansado do cargo, já é quase ex-ministro. As notícias e especulações sobre sua saída aumentam, e a atenção se volta para os nomes dos possíveis sucessores.

Haddad assumiu em julho de 2005 e imprimiu um traço importante de continuidade à pasta: manteve e ampliou a política de avaliações externas iniciada no governo FHC. Com a Prova Brasil, o MEC passou a divulgar o desempenho dos alunos de cada escola do país, o que tornou a crise do ensino público mais transparente e abriu caminho para a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb), com metas de melhoria de longo prazo, em 2007. De lá para cá, no entanto, a única inovação de peso foi a ampliação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para servir de sistema de seleção para as universidades federais. Mas a implementação no novo Enem foi marcada até agora por uma série de erros e o exame está longe de se consolidar como substituto do vestibular.

Os seis anos de Haddad no MEC tiveram ainda o mérito do enfrentamento de ideias antiquadas que sobrevivem no setor educacional e o corporativismo típico de grande parte do PT. Sua saída representará, sem dúvida, o fim de um ciclo, e as incertezas sobre seu sucessor preocupam, e muito, quem tem se esforçado de maneira séria para melhorar a qualidade da educação no país.

Um dos nomes que despontam com força é o do ex-deputado federal Carlos Abicalil, que ocupa uma secretaria do MEC responsável pela articulação com as redes municipais e estaduais. Apesar de sua origem na Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE), tem sido elogiado por especialistas isentos por ter ideias modernas e capacidade de diálogo com os diferentes grupos que povoam o cenário educacional. Mas ainda é uma incógnita.

Fonte: Sex, 24 de Junho de 2011 - http://www.andifes.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5365:mec-passa-por-momento-decisivo-&catid=52&Itemid=100013

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Haddad cogita candidatura e fala em deixar governo.

Ministro da Educação, Fernando Haddad, que pode disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012.
Hoje (17) na Folha O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse a dirigentes do PT nas últimas semanas que está disposto a ser candidato a prefeito de São Paulo. Afirmou ainda que, mesmo que não seja candidato, planeja deixar o governo Dilma Rousseff, informa reportagem de Vera Magalhães, publicada na edição desta sexta-feira da Folha.

Haddad não deu prazos para a eventual saída do Executivo. Nas conversas, disse apenas que tinha a sensação de que sua missão à frente do MEC estaria cumprida.

Ministro na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva e mantido por Dilma no novo governo, Haddad esteve sob fogo cruzado recentemente por conta do kit contra a homofobia encomendado pelo MEC. Parlamentares evangélicos chegaram a pedir a cabeça do ministro caso o governo insistisse em distribuir o material.

A produção e a distribuição do kit, no entanto, foi suspensa pela presidente Dilma Rousseff. Ela ainda definiu que todo material do governo que se refira a "costumes" passe por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem publicados ou divulgados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/931236-haddad-cogita-candidatura-e-fala-em-deixar-governo.shtml

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Comissão pede a Haddad explicações sobre livro do MEC com erros de matemática.

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (7) requerimento solicitando ao ministro da Educação, Fernando Haddad, a apresentação de informações sobre o recolhimento de sete milhões de livros destinados a apoiar as aulas de matemática na zona rural do país, devido a erros contidos no material. Em tal livro, haveria trecho afirmando que "10 - 7 = 4".

A autora do requerimento, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), pede que as informações a serem enviadas pelo ministro incluam as providências já tomadas pela pasta para sanar o problema, inclusive as de competência da Controladoria Geral da União.

- São materiais destinados a salas multiseriadas da zona rural, as que mais precisam de material didático com qualidade para os alunos. O próprio ministro disse que nem errata era possível fazer, já que os erros eram tantos que nem compensava fazer erratas - disse.

Fonte: Iara Guimarães Altafin / Agência Senado - http://www.senado.gov.br/noticias/comissao-pede-a-haddad-explicacoes-sobre-livro-do-mec-com-erros-de-matematica.aspx
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