Mostrando postagens com marcador Eleição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleição. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dilma estuda alterar Orçamento para incluir reajuste a servidores.

Hoje na Folha O governo de Dilma Rousseff discute apoiar alteração no Orçamento de 2012 para incluir reajuste linear, acima do concedido em anos recentes, a todos os servidores da União, informa o "Painel", editado por Renata Lo Prete e publicado na Folha desta quinta-feira.

A obrigatoriedade anual da correção está prevista na Constituição, mas, em geral, o percentual não passa de 1%. Desta vez, há quem defenda que ele se aproxime da previsão de inflação.

O objetivo seria ganhar argumento para barrar discussões por categoria no ano eleitoral de 2012, quando o Planalto estará suscetível a todo tipo de pressão. Neste ano, a política restritiva desencadeou onda de greves que desgastou a relação governo-sindicatos.

Íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Fonte: 03/11/2011 - 11h22 - http://www1.folha.uol.com.br/poder/1000915-dilma-estuda-alterar-orcamento-para-incluir-reajuste-a-servidores.shtml

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Haddad: estreia sem desenvoltura.

Assim como Dilma, ministro faz discurso técnico e se apoia em Lula. A estreia do ministro da Educação, Fernando Haddad, na disputa pela vaga de candidato do PT à prefeitura de São Paulo mostrou que ele terá que passar por um aprendizado intensivo para ganhar traquejo político, segundo militantes que o viram neste fim de semana nas caravanas do partido na periferia de São Paulo. Repete-se, assim, a situação ocorrida com a presidente Dilma Rousseff, também apontada, na campanha de 2010, como muito técnica e com pouca experiência política. Assim como Dilma, Haddad conta com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O próprio ministro declarou ontem, em uma autoavaliação, que este é um momento de "calibragem". Mas avaliou que o PT tem mais chances de vencer a eleição com um "nome novo".

- Não precisa ser o meu, mas com nome novo e proposta mais arejada podemos ganhar.

O PT iniciou, na sexta-feira, uma série de 36 encontros para escolher quem será o candidato a prefeito dentre cinco pré-candidatos - Haddad, a senadora Marta Suplicy, o senador Eduardo Suplicy e os deputados Jilmar Tatto e Carlos Zarattini.

Segundo os petistas, Haddad não tem desenvoltura. Sua fala foi mais administrativa do que política, cheia de números e siglas distantes do cotidiano da população. E sem críticas ao prefeito Gilberto Kassab, exploradas pelos demais pré-candidatos.

Para cair no gosto da militância, o ministro fez sua primeira promessa eleitoral: isentar do pagamento do financiamento universitário estudantes de medicina que escolherem trabalhar em unidades públicas da periferia. Foi o único momento em que arrancou aplausos.

Fonte: Agência o globo - 08/08/2011 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/8/haddad-estreia-sem-desenvoltura

terça-feira, 26 de julho de 2011

Haddad dá a largada em agenda de 'prefeitável'.

O ministro Fernando Haddad (Educação) irá iniciar em agosto sua agenda de pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. Sem se afastar do ministério, Haddad decidiu concentrar atividades nos finais de semana na capital, informa reportagem de Ana Flor e Vera Magalhães, publicada na Folha desta segunda-feira (25/07).

Na semana passada, o ministro comunicou oficialmente a presidente Dilma Rousseff que é pré-candidato. Combinou que tirará esta semana de férias (vai para Havana, em Cuba) e, na volta, começará a participar de eventos em São Paulo.

Haddad já começou a ter encontros com dirigentes partidários. O primeiro deles foi com o presidente estadual do partido, Edinho Silva, na semana passada, em Brasília.

A candidatura do ministro vem deixando de ser tratada no PT paulista como uma bandeira exclusiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ala expressiva do partido, que enxerga na disputa municipal chances concretas de vitória, advoga o nome de Haddad, ainda neófito nas bases petistas, como o único capaz de ultrapassar o teto histórico de votos da sigla na capital, na casa dos 35%.

O ex-presidente já deixou clara sua preferência por Haddad para concorrer em 2012. Entre os argumentos dos que defendem a candidatura de Haddad, está a de que a senadora Marta Suplicy sofre forte rejeição na capital paulista e que, como a legenda perdeu as últimas eleições em São Paulo, a cidade deve ser priorizada com nomes fortes para o próximo pleito.

Em maio, Marta citou a presidente Dilma Rousseff como exemplo de que taxas de rejeição podem ser reduzidas no decorrer da campanha. Já se fala, dentro do partido, na possibilidade da realização de prévias para definir quem o partido lançará no pleito.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/949200-haddad-da-a-largada-em-agenda-de-prefeitavel.shtml

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fernando Haddad admite disputar Prefeitura de SP.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, admitiu em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, sexta-feira passada, que seu nome, com sua autorização, “está efetivamente sendo discutido” no PT como um dos possíveis candidatos do partido à Prefeitura de São Paulo, nas eleições municipais do ano que vem.

“Eu tenho apreço por esse movimento”, disse o ministro. E justificou: “(O movimento em favor do nome dele para a disputa da prefeitura paulistana) é em função de uma realização pessoal, por ter feito um trabalho no MEC que ganhou alguma visibilidade. Não deixa de ser para mim e para a minha equipe um sinal de que o Brasil tem avançado na área social, tem de avançar mais, mas não deixa de ser um reconhecimento”.

Sempre tratando o assunto com ressalvas e cuidado político para não desmerecer outros possíveis pré-candidatos do partido, Haddad diz que seu nome está longe de ser consenso. “Existe o debate dentro do PT sobre essa questão, mas, na verdade, é a posição de uma parcela que é minoritária dentro do partido”, disse. “Então, se eu considerar isso agora estarei cometendo dois erros: primeiro, com o ministério. Segundo, de natureza política, de não reconhecer que quem cogita essa possibilidade com algum entusiasmo é uma parcela minoritária do partido”.

Em um partido dominado em São Paulo pela senadora e ex-prefeita Marta Suplicy, o ministro Haddad reconhece até que há uma enorme resistência a seu nome. “Se fosse uma pretensão pessoal, isso me afetaria. Mas não é uma pretensão pessoal. É uma discussão que está sendo feita com um colegiado de pessoas. É natural que seja assim. Simpatias por um ou outro. Mas não é um projeto pessoal”, explicou.

Haddad fez questão de citar os nomes de Marta e do seu colega de ministério Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) como petistas que podem reivindicar, segundo ele, até com mais direito, a posição de candidatos à Prefeitura de São Paulo em 2012.

Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://br.noticias.yahoo.com/fernando-haddad-admite-disputar-prefeitura-sp-110000369.html

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Presidente do PT diz que Haddad pode ser candidato em SP.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta quinta-feira, em uma coletiva realizada em Teresina (PI), que o ministro da Educação, Fernando Haddad, poderá ser o candidato do partido nas próximas eleições à prefeitura de São Paulo. O presidente, porém, advertiu: "se efetivamente, ele (Fernando Haddad), vier a ser o candidato do PT, terá que se afastar do ministério".

Na sede do PT no Piauí, Rui Falcão afirmou que, além do ministro da Educação, estão cotados para disputar a prefeitura de São Paulo a senadora Marta Suplicy, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e os deputados federais Carlos Alberto Zarattini e Arlindo Chinaglia. "Ele Haddad é um nome que tem qualidades e títulos, mas certamente o nome dele será apreciado, junto com os outros que estão pleiteando a mesma condição", afirmou.

O partido, segundo Rui Falcão, tentará ao máximo evitar as prévias e buscará um nome de consenso para as eleições em um dos maiores colégios eleitorais do País.

Lula
Falcão afirmou ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será convocado para fazer campanha nas eleições municipais. "O Lula é o presidente de honra do PT e, evidentemente, no processo eleitoral ele vai estar presente de acordo com sua agenda", disse.

A participação da presidente Dilma Rousseff ainda não foi definida nas eleições municipais, mas, segundo Rui Falcão, o partido irá convidá-la para subir em palanques de candidatos estratégicos para o PT.

Fonte: 30 de junho de 2011 - http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5215591-EI7896,00-Presidente+do+PT+diz+que+Haddad+pode+ser+candidato+em+SP.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Segundo um bem informado governista, Haddad precisa de uma saída honrosa do ministério.

Candidatura a prefeito é uma saída honrosa para Haddad.

A presidenta Dilma Rousseff não ouve mais uma palavra do que fala o ministro da Educação, Fernando Haddad. A partir de hoje, em Ribeirão Preto, ela decidiu incorporar em seu discurso uma mea culpa do governo sobre a situação ruim do setor no país.

Decidiu-se que essa saída seria Haddad aceitar – com um ano de antecedência – a disputa para prefeito de São Paulo , repare-se, no momento em que nem mesmo o ex-presidente Lula dá sinais ao partido de que ainda aposta em seu nome.

Até porque pesquisas qualitativas – e Lula sabe disso – colocam a chamada “cara nova” como preferência do eleitor, mas também relacionam como principais preocupações do paulistano, nesta ordem, trânsito, segurança, saúde, lazer e educação.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/06/17/candidatura-a-prefeito-e-uma-saida-honrosa-para-haddad/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Haddad cogita candidatura e fala em deixar governo.

Ministro da Educação, Fernando Haddad, que pode disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012.
Hoje (17) na Folha O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse a dirigentes do PT nas últimas semanas que está disposto a ser candidato a prefeito de São Paulo. Afirmou ainda que, mesmo que não seja candidato, planeja deixar o governo Dilma Rousseff, informa reportagem de Vera Magalhães, publicada na edição desta sexta-feira da Folha.

Haddad não deu prazos para a eventual saída do Executivo. Nas conversas, disse apenas que tinha a sensação de que sua missão à frente do MEC estaria cumprida.

Ministro na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva e mantido por Dilma no novo governo, Haddad esteve sob fogo cruzado recentemente por conta do kit contra a homofobia encomendado pelo MEC. Parlamentares evangélicos chegaram a pedir a cabeça do ministro caso o governo insistisse em distribuir o material.

A produção e a distribuição do kit, no entanto, foi suspensa pela presidente Dilma Rousseff. Ela ainda definiu que todo material do governo que se refira a "costumes" passe por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem publicados ou divulgados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/931236-haddad-cogita-candidatura-e-fala-em-deixar-governo.shtml

terça-feira, 26 de abril de 2011

Haddad o candidato?

Oriundo do PT paulista e pessoa de confiança de Lula, agora pelo que parece, também da Presidente Dilma, Fernando Haddad seria o preferido do PT para disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012. Dilma irá apoia-lo porque quer ver ele longe do Ministério da Educação ou porque acredita no nome dele?

O grupo da senadora Marta Suplicy e do ministro da Ciência e Tecnologia Aloisio Mercadante não gostaram muito da idéia já que os dois, até então, seriam os candidatos naturais ao pleito.  Haddad teve a credibilidade arranhada com os recentes escândalos envolvendo o Enem e o Sisu o que refletiria na classe média qualquer tentativa de construir a imagem do bom gestor que criou o ProUni, com mestrado e doutorado pela USP.

Haddad esteve com Lula desde o primeiro governo, quando substituiu um grande expoente da educação, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), e Dilma o manteve no cargo a pedido de Lula, segundo dizem por ai.

Fonte: http://www.fatonotorio.com.br/noticias/ver/529/tres-ministros-que-estao-no-cargo-sao-confirmados-no-governo-dilma <*> Revista Veja - https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/4/4/os-bons-e-maus-apoios
<*> http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110417/not_imp707383,0.php

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

GOVERNO CORTA R$ 50 BI E MANTEGA DIZ QUE 'VAI DOER'

MANTEGA: "NÃO VAI SER SEM DOR"

Em sua primeira medida de impacto, o governo Dilma promete arrocho fiscal: um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano, anunciado pelos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (planejamento). O ajuste será principalmente em despesas de custeio e emendas parlamentares. "Não vai ser sem dor", avisou Mantega, dizendo que os cortes são necessários para garantir expansão de investimentos e queda de juros. Estão suspensos concursos e nomeações. Investimentos do PAC não serão afetados. Mantega disse que as negociações sobre o mínimo estão encerradas nos R$ 545. Em SP, Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou mínimo regional de R$ 600 a R$ 630 - promessa da campanha tucana. Com o consumidor pagando juros mais altos, a inadimplência é a maior desde 2002.

A HORA DO ARROCHO

Governo promete corte de R$50 bilhões, entre emendas e custeio de ministérios.

Preocupado em acalmar o mercado e reforçar o discurso de austeridade fiscal, o governo anunciou ontem um corte recorde de R$50 bilhões nas despesas do Orçamento e um pacote de medidas para aumentar a eficiência dos gastos públicos. Com os cortes, a equipe econômica promete um ajuste que garanta o cumprimento da meta cheia de superávit primário (economia para pagamento de juros da dívida) prevista para 2011, equivalente a 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB), sem artifícios ou desconto das despesas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Os cortes não foram detalhados, mas vão atingir todos os ministérios e, em especial, as emendas parlamentares. E, ao contrário de anos anteriores, serão definitivos, segundo garantiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Isso significa que o governo não vai liberar gastos caso a arrecadação suba. Se houver aumento das receitas, o governo vai poupar mais para enxugar sempre R$50 bilhões da economia este ano, que já começou marcado por uma forte alta da inflação e consequente aumento dos juros pelo Banco Central.

- O corte tende a ser definitivo. Nossa intenção é manter esse patamar até o fim do ano - explicou o ministro, acrescentando: - É claro que pode haver mudanças pontuais ou algum caso excepcional, mas o quadro será mais drástico este ano.

No anúncio das medidas de austeridade fiscal, Mantega e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, deram ênfase à eficiência do gasto público, que será perseguida em todas as ações do governo, segundo os ministros.

- Vamos fazer da eficiência do gasto público um mantra em cada ministério e em todo o governo - disse a ministra.

- Não vai ser sem dor. Todos os ministérios terão que fazer sacrifício - acrescentou Mantega.

Entre as medidas de austeridade estão um corte de 50% nas despesas com diárias e viagens, a orientação para redução dos gastos com luz e telefone na esfera federal e a suspensão dos concursos e nomeações de aprovados para a administração direta até uma reavaliação de todos os processos em andamento.

A suspensão atingiu todas as nomeações de concursos promovidos e a realização dos que haviam sido programados na administração direta. A proposta orçamentária de 2011 autoriza o Executivo a preencher 24.605 vagas. Mas, segundo fontes, só deverão ser autorizados concursos previstos para gestores públicos e professores de escolas técnicas, e ainda assim para poucas centenas de vagas.

As determinações valem apenas para o Executivo, pois os demais Poderes têm autonomia orçamentária.

- Novas contratações serão analisadas com lupa - disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Mantega justificou os cortes afirmando que eles são necessários para garantir a expansão dos investimentos e a queda das taxas de juros:

- Não é o velho ajuste fiscal que derruba a economia. É para garantir que o crescimento se mantenha. Queremos que se abra caminho para a queda das taxas de juros com inflação sob controle e solidez fiscal.

Mantega ressaltou que as pressões inflacionárias do momento têm sido provocadas pelos preços de commodities no mercado internacional, mas que o enxugamento do Orçamento tem o poder de reduzir a demanda do Estado sobre a economia e ajudar o BC na tarefa de controlar a inflação, que já começou 2011 muito acima da meta:

Com os cortes, as despesas primárias (não financeiras) do Orçamento, descontadas as transferências a estados e municípios, caem de R$769,9 bilhões para R$719,9 bilhões. A estimativa de receita também foi revista para baixo, passando de R$819,7 bilhões para R$801,7 bilhões. O superávit primário de responsabilidade do governo federal passou de R$49,8 bilhões para R$81,8 bilhões, ou 2,01% do PIB.

Programas sociais livres da tesoura

Mantega e Miriam garantiram que os programas sociais e o PAC não serão afetados pelos cortes e nem sofrerão adiamentos. Eles explicaram que o ajuste ficará concentrado nos gastos de custeio. No entanto, a magnitude do bloqueio de despesas indica que as emendas parlamentares, a maior parte dos investimentos, serão fortemente afetadas.

No Congresso, a informação que circulou à tarde apontava para um corte de R$18 bilhões nas emendas, de um total de R$21 bilhões reservados. As medidas também incluem a proibição de aquisição, reforma e aluguel de imóveis e de aquisição de veículos para uso administrativo em 2011. O governo também passará um pente fino nas despesas com folha de pagamento para identificar desvios ou irregularidades. Também serão investigados possíveis desvios no pagamento de abono e seguro-desemprego.

Na análise da folha, será contratada uma auditoria independente da Fundação Getulio Vargas (FGV) que possa detectar problemas. Além disso, será implantado um sistema que dispara um alerta sempre que algum parâmetro, como por exemplo de evolução dos diversos tipos de gastos, for descumprido.

Será feito ainda um cruzamento dos cadastros do funcionalismo federal com os da Previdência e dos estados para identificar acúmulos de cargos e aposentadorias. Auditorias especiais também serão realizadas para identificar possíveis irregularidades no pagamento de gratificações das universidades federais.

O Banco Central ficou satisfeito com o corte nos gastos do governo e entende que ajudará na condução da política monetária, reduzindo seus custos - leia-se juros mais elevados. Dentro da autoridade monetária há avaliações de que os efeitos da medida serão até maiores do que os das medidas anunciadas no início de dezembro pelo próprio BC. Naquele momento, colocou em prática diversas ações que restringiam o crédito de longo prazo usado para a compra de bens duráveis, como automóveis. Um dos principais objetivos era reduzir a demanda e, consequentemente, retirar parte da pressão inflacionária.

Fonte: Autor(es): O Globo - 10/02/2011 - Regina Alvarez e Martha Beck - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/2/10/governo-corta-r-50-bi-e-mantega-diz-que-vai-doer

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

domingo, 31 de outubro de 2010

Dilma, a 1ª Presidenta do Brasil.


"Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e 
pela excelência do serviço público." 

Fonte: Foto - http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/fotos/

sábado, 30 de outubro de 2010

Dilma X Serra. Ultimas pesquisas do 2º turno.


Vox Populi:
Dilma 57%
Serra 43%
Votos válidos
Data da publicação da pesquisa: 25/10/2010

Ibope: 
Dilma 57%
Serra 43%
Votos válidos
Data da publicação da pesquisa: 28/10/2010

Datafolha:
Dilma 56% 
Serra 44%
Votos válidos
Data da publicação da pesquisa: 29/10/2010

CNT/Sensus:
Dilma 58,6% 
Serra 41,4%
Votos válidos
Data da publicação da pesquisa: 27/10/2010


Resta saber se as pesquisasa são ou não são manipuladas?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

VOTO DÓI MAIS QUE PANCADA.


"VOTO DÓI MAIS QUE PANCADA:
Dilma 56% X Serra 44% "

[Ibope, votos válidos] 
(Carta Maior, 21-10)


Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?boletim_id=777




quarta-feira, 20 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dilma X Serra. Primeiras pesquisas do 2º turno.

Vox Populi:
Dilma 54,5%
Serra 45,4%
Votos válidos
Data da pesquisa: 13/10/2010

Ibope:
 
Dilma 53% 
Serra 47%
Votos válidos 

Data da pesquisa: 13/10/2010

Datafolha: 

Dilma 54%  
Serra 46%
Votos válidos 

Data da pesquisa: 9/10/2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Como nascem as pesquisas.

Entenda como funcionam as sondagens eleitorais, tão comuns e tão criticadas.

Pesquisas servem como um termômetro. Mostram a percepção dos eleitores em relação aos candidatos. O Correio apresenta passo a passo como é feito um levantamento, desde o primeiro momento até o resultado final da sondagem. Especialistas afirmam que para se obter um resultado confiável é indispensável o investimento no treinamento de pesquisadores e supervisores.

Os preços das pesquisas podem chegar a R$ 180 mil quando feitas em todo o país e até R$ 50 mil no caso de eleições estaduais. Os municípios pesquisados costumam ser sorteados, assim como os pontos visitados de cada cidade. A abordagem, quando feita nas ruas, também ocorre de forma seletiva, levando-se em conta faixa etária, sexo e classe social. No Brasil, partidos políticos e candidatos em baixa nos levantamentos costumam questionar a credibilidade de pesquisas.

Clique aqui e veja o passo a passo.


Fonte: Autor(es): Diego Abreu - Correio Braziliense - 12/07/2010 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/7/12/como-nascem-as-pesquisas

sábado, 10 de julho de 2010

Uma maneira de escolher um candidato.

Não é um bom ponto de partida, para quem procura um candidato à próxima sucessão entre os nomes até então apresentados, limitar sua escolha à avaliação do perfil de cada qual, suas realizações e biografias. A oferta de bons nomes embaraça a escolha do incauto que procurar seguir essa prosaica regra, cabível na avaliação de currículos para admissão em empresas ou em programas de pós-graduação universitários. Pois, fora de dúvida, de que Serra, Dilma, Marina e Plínio Sampaio são cidadãos virtuosos e têm atrás de si uma história de realizações na vida pública.

Nessa procura, certamente aparenta ser mais útil deslocar o foco para os partidos e seus programas. Mas, aí, as coisas também podem se tornar confusas, porque será necessário distinguir os seus enunciados programáticos das suas práticas, na medida em que um partido, em abstrato, pode se declarar orientado para os fins do socialismo enquanto que, do ponto de vista da sua ação, se comportar no sentido de ampliar e aprofundar a ordem burguesa.

Assim, uma declaração de princípios por parte de um partido em favor de determinados valores não necessariamente revela a sua real identidade, que não se pode conhecer sem observar a sua forma de agir no mundo. Se um partido, por exemplo, afirma que a democracia se tornou um valor universal, ela não pode ser contingenciada por uma perspectiva substantiva, em que se persigam fins democráticos por meios que não o sejam, salvo, é claro em regimes de tirania. Se ele a contingencia, não deve ser uma boa opção para quem adere a esse valor.

Em tempos de sucessão, em um sistema de governo fortemente presidencialista como o nosso, quando se vai atribuir a um governante, bem mais do que a gestão da máquina da administração pública, um poder efetivo de decisão sobre os rumos do futuro, o que importa é definir, a partir das balizas e referências que nos são constitutivas, para onde queremos ir. Uma dessas referências obrigatórias está no reconhecimento de que a moderna sociedade brasileira tem seu assentamento em uma revolução democrática, gestada na resistência ao regime ditatorial, que envolveu em seu processo a representação do que havia de mais significativo na sociedade civil em um movimento inédito na vida republicana, inclusive pela magnitude de sua escala, e que recebeu consagração institucional com a Carta de 1988.

O fato dessa revolução democrática ter desconhecido rupturas agônicas, afirmando-se pelo caminho de uma transição política, não lhe retira o significado de mudança de época que ela introduz na história brasileira, com a valorização da sociedade e de suas instituições diante do Estado, com a criação de um Ministério Público como figura republicana destinada a agir em nome da sociedade e não mais como instrumento da vontade estatal, e de um complexo sistema de proteção para os direitos individuais e coletivos. A carta política em que essa revolução declarou seus valores e instituições já se entranha na nossa nova cultura política e começa a fazer parte do imaginário da vida popular, que nunca antes demandou por seus direitos como agora, exemplar, entre tantas, nas causas que envolvem as comunidades quilombolas.

A condução à Presidência, primeiro de um intelectual saído da esquerda da vida universitária, sucedido por um sindicalista de origem operária, e, agora, esse naipe de candidatos à sucessão de 2010, todos formados nas lutas democráticas e populares, atesta que o impulso originário, que nos vem das lutas da resistência e do movimento da opinião pública de então, segue animando a vida pública. A tradução em termos políticos do Estado Democrático de Direito, figura conceitual que resume a obra coletiva da geração da resistência, não pode ser outra que democracia como valor universal.

Continuar e aprofundar tal inspiração dos fundadores da moderna república brasileira implica torná-la presente na agenda das questões relevantes com que a sociedade hoje se defronta, quer sejam as que envolvem o modo de inscrição do país no cenário internacional, quer as que tratam da questão social, do meio ambiente, ou mesmo das próprias políticas sistêmicas que definem os rumos da economia, que não podem ser autônomas, na determinação de suas linhas gerais, das preferências expressas pelos cidadãos. Para tanto, exigem-se respostas novas, e que tenham como ponto de partida o envolvimento da sociedade e de sua vida associativa, tal como no processo recente que levou a criação da lei da Ficha Limpa.

De muitas direções, algumas surpreendentes, somam-se as iniciativas que testam, com sucesso, essa nova forma de fazer política, melhor ilustrada pelo caso da tramitação no Parlamento da reforma do Código Florestal, sob a relatoria do deputado Aldo Rabelo. Questão crítica, tratando de interesses supostamente inconciliáveis entre o agronegócio, os ambientalistas e a agricultura familiar, o empenho do relator em encontrar uma solução consensual, pela via do diálogo democrático, com a audiência de todos os envolvidos, parece se achar próxima de um final feliz.

No entanto, qualquer que seja o resultado, a tentativa de repensar a questão agrária brasileira, pela via habermasiana que orientou o relator, já produziu um novo diagnóstico: na contramão de idiossincrasias e preconceitos consolidados, estamos aprendendo que, nessa velha questão dramática da sociedade brasileira, se encontra, para além dos cálculos produtivistas e dos impasses do passado, um dos temas chave para uma política de soberania nacional e uma das passagens para a nossa transição ao moderno.

Fonte: Autor(es): Luiz Werneck Vianna - Valor Econômico - 05/07/2010 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/7/5/uma-maneira-de-escolher-
um-candidato

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Governo ''esvazia'' sites no período eleitoral.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sumiu das páginas do governo federal na internet. Quem quiser consultar o cronograma das obras e os balanços do PAC terá de esperar pelo menos até o fim do período eleitoral, que começa oficialmente hoje. Por ora, o PAC ficará fora do ar.

"Conteúdo removido", informa o endereço eletrônico do Ministério da Fazenda quando se tenta acessar informações do programa. A limpeza nos sites do governo terminaria à meia-noite de ontem. Foi uma determinação da Secretaria de Comunicação da Presidência da República para evitar problemas com a Justiça Eleitoral. Na operação, informações públicas foram escamoteadas.

"Durante o período eleitoral que vai de 3 de julho a 5 de outubro e, em caso de segundo turno, até 31 de outubro de 2010, fica proibida a utilização das marcas Brasil, Um País de Todos e Fome Zero em placas de obras e inaugurações, postes, cisternas, sacos de leite, cartões e ainda em qualquer bem público", informa o site do Ministério do Desenvolvimento Social, com base em regras fixadas pela Secom.

Regra. Também foram tiradas do ar bases de informações sobre programas de governo, como toda a série do caderno Destaques, por seu conteúdo supostamente propagandístico. Mas a regra não valeu para todos as páginas da Esplanada.

Ontem, ainda era possível acompanhar extensas listas de realizações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em várias áreas reunidas no endereço eletrônico da Secretaria de Assuntos Estratégicos. "Programa Luz para Todos: 11,3 milhões de pessoas beneficiadas e 2,2 milhões de ligações de energia realizadas", informava, por exemplo, o capítulo sobre energia do projeto Brasil 2022. A secretaria não tinha previsão de retirada das informações.

De acordo com a Secretaria de Comunicação, o comportamento do governo no período eleitoral foi objeto de uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral. Mas a consulta ficou sem resposta.

Ofício encaminhado pelo ministro Franklin Martins questionava, por exemplo, se o nome e a marca de programas usados antes do período eleitoral poderiam ser mantidos em peças ou em placas de identificação durante as eleições.

Fonte: Autor(es): Marta Salomon - O Estado de S. Paulo - 03/07/2010 - http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/7/3/governo-esvazia-sites-no-periodo-eleitoral

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Dilma é oficializada como pré-candidata do PT.

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi oficializada como pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto.

“Eu jamais pensei que a vida me reservasse tamanho desafio, mas me sinto preparada para enfrentá-lo”, disse no início do discurso. Em seguida, a ministra lembrou de sua juventude em Minas Gerais e de sua vida política no Rio Grande do Sul, fazendo referência ao período em que lutou contra a ditadura militar.

A ministra prosseguiu seu discurso dizendo que manterá todos os programas do governo, sua política externa e a reconstrução da máquina pública. “Nós vamos continuar valorizando o servidor público e o serviço público, vamos continuar reaparelhando o Estado, recompondo sua capacidade de gerenciamento e planejamento”, afirmou.

A ministra deixou claro também que, se eleita, manterá a atual política econômica. “Vamos manter o câmbio flutuante, as metas de inflação e a política de juros”, disse. Ela também se comprometeu a cumprir todas as metas propostas pelo governo brasileiro durante a Conferência de Mudanças Climáticas, em Copenhague, no final do ano passado. “As metas do Brasil em Copenhague serão cumpridas com ou sem acordo internacional”, comprometeu-se.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse antes, também em discurso, que Dilma não é candidata tampão para preparar a sua volta à presidência.

“Peço e quero fazer uma confissão, eleger a Dilma é uma das coisas mais importantes do meu governo, porque o bom governo tem que eleger sucessor. Então, quero que vocês saibam que eleger a Dilma é uma coisa prioritária na minha vida neste ano [...] Posso garantir, sem nenhuma presunção, que não tem hoje no Brasil alguém mais preparado para governar o Brasil do que a nossa companheira Dilma Rousseff”, concluiu.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1498311-5601,00-DILMA+DIZ+QUE+ESTA+PREPARADA+PARA+O+DESAFIO+DE+GOVERNAR+O+PAIS.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...